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CVM não pode ser moeda de troca em negociação política
Jornal O Globo

CVM não pode ser moeda de troca em negociação política

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que fiscaliza um mercado de capitais de R$ 18 trilhões, está há nove meses sem presidente. Desfalcada também de diretores, a autarquia tida como “xerife do mercado” tem diminuído punições a irregularidades, como revelou reportagem do GLOBO. Num momento crítico em função do escândalo do Banco Master, processos se avolumam. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou no início do ano o advogado Otto Lobo para chefiar a autarquia. Ex-diretor e presidente interino, ele coleciona decisões controversas, entre as quais um voto favorável ao Master — e contrário aos pareceres técnicos — num processo envolvendo a empresa de gestão ambiental Ambipar. Sua indicação foi considerada um gesto político de Lula para apaziguar a relação com o Senado, mas até agora Lobo não foi sabatinado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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