Jornal O Globo
Além das divergências internas no governo federal, recentes trocas de ministros e a proximidade das eleições têm ampliado as dificuldades na elaboração do plano brasileiro de transição energética, com um “mapa do caminho” para a redução do uso de combustíveis fósseis, proposto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O prazo inicial determinado pelo Planalto, para 6 de fevereiro, já está atrasado em mais de dois meses. Especialistas criticam a demora em um momento no qual o Brasil tenta liderar um acordo global no tema e dizem que a situação afeta a credibilidade internacional de Lula, que apostou especialmente nessa agenda na COP30. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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