Collector
Ditador de Cuba sobre EUA: ‘Não promovemos a guerra, mas não a tememos’ | Collector
Ditador de Cuba sobre EUA: ‘Não promovemos a guerra, mas não a tememos’
Revista Oeste

Ditador de Cuba sobre EUA: ‘Não promovemos a guerra, mas não a tememos’

Em meio ao agravamento das sanções dos Estados Unidos e à intensificação das ameaças de Donald Trump, Cuba enfrenta um cenário com frequentes apagões e crise de combustível. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel , declarou que o país mantém disposição para o diálogo, mas reforça o preparo diante de possíveis hostilidades externas. + Leia mais notícias de Mundo em Oeste Díaz-Canel destacou que Havana está aberta a conversar com Washington, mas impõe como condição o respeito à soberania e ao sistema político cubano. “Cuba sempre teve disposição histórica para dialogar com o governo dos Estados Unidos, desde que isso ocorra com respeito ao nosso sistema político, à nossa soberania e à nossa independência, sem imposições e em condições de igualdade”, afirmou Díaz-Canel. “Não promovemos a guerra, não a estimulamos, mas não a tememos se for necessário defender a Revolução, a soberania e a independência do país”, destacou. Autoridades cubanas confirmaram na segunda-feira 20, que houve encontros recentes entre representantes dos dois países, porém, segundo o líder cubano, as tratativas ainda estão em fase inicial. Desde janeiro, a administração de Donald Trump tem elevado a pressão sobre a ilha, ao exigir mudanças e restringir importações de petróleo. https://www.youtube.com/watch?v=liLtIGJDfIw Apoio internacional e alianças estratégicas No diálogo com o jornalista Breno Altman, Díaz-Canel ressaltou a importância do suporte internacional para enfrentar as restrições. O presidente descreveu o Brasil como “uma nação irmã” e elogiou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela denúncia do bloqueio, além de mencionar apoio de movimentos sociais brasileiros, como o MST. “Recebemos apoio tanto do governo quanto do povo brasileiro e de seus movimentos sociais”, disse Díaz-Canel. Leia também: “INSS – Conteúdo adulto” , artigo de Guilherme Fiuza na Edição 316 da Revista Oeste Além do Brasil, Cuba recebe auxílio de países como China , Colômbia, México e Rússia, que enviam alimentos, insumos e apoio energético. Organizações internacionais também atuam com doações e ações solidárias para mitigar os impactos. Impactos do bloqueio na vida cotidiana Díaz-Canel explicou que o agravamento do bloqueio afeta diretamente o cotidiano dos cubanos, sobretudo no fornecimento de energia. “Praticamente, o que geramos é suficiente apenas para garantir um nível mínimo de energia elétrica para as atividades essenciais da vida cotidiana”, explicou o presidente. Ele relatou apagões prolongados, chegando a 30 horas em algumas comunidades, o que compromete o funcionamento de escolas, hospitais e outros serviços. “Temos uma lista de mais de 96 mil pessoas aguardando procedimentos, entre elas mais de 11 mil crianças”, afirmou Díaz-Canel. O post Ditador de Cuba sobre EUA: ‘Não promovemos a guerra, mas não a tememos’ apareceu primeiro em Revista Oeste .

Go to News Site