Collector
United Airlines aumenta tarifas em até 20% devido à alta dos preços do combustível, reflexo da guerra do Oriente Médio | Collector
United Airlines aumenta tarifas em até 20% devido à alta dos preços do combustível, reflexo da guerra do Oriente Médio
Jornal O Globo

United Airlines aumenta tarifas em até 20% devido à alta dos preços do combustível, reflexo da guerra do Oriente Médio

A United Airlines aumentou suas tarifas entre 15% e 20% em um esforço para compensar a alta dos preços do combustível e proteger seus lucros, disseram executivos nesta quarta-feira (22). A companhia aérea americana, que também reduziu seus voos em 5% até 2026, pretende recuperar 100% dos custos adicionais resultantes do aumento dos preços do combustível devido à guerra no Oriente Médio. Caminho aberto: Comissão da Câmara aprova PEC do fim da escala 6x1 em meio a disputa entre Congresso e governo Investimento: Musk faz aposta de US$ 60 bilhões após a xAI ficar atrás em programação O CEO Scott Kirby classificou os preços do petróleo como "incrivelmente voláteis", mas disse que o plano da empresa se baseia na premissa de que "o valor do combustível pode permanecer alto por mais tempo". Embora a empresa ainda não tenha observado uma queda no número de clientes devido aos aumentos de preços, a United poderá cortar mais voos em 2027 se a demanda cair, disse Kirby. Na terça-feira, a United divulgou lucros maiores no primeiro trimestre, mas reduziu sua previsão para o ano todo devido aos custos do combustível de aviação. A companhia aérea prevê que os preços da gasolina fiquem em média em US$ 4,30 por galão no segundo trimestre, 55% acima da média do primeiro trimestre. Discussão: Municípios e 19 estados vão apresentar ao STF proposta conjunta para nova divisão de royalties Outras companhias aéreas também anunciaram aumentos de tarifas e cortes na capacidade em resposta à forte alta dos preços do petróleo desde o início dos ataques dos EUA e de Israel ao Irã, em 28 de fevereiro. O presidente da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) pediu às autoridades, em 17 de abril, que estabeleçam "planos bem coordenados" para o caso de racionamento de combustível de aviação. As preocupações com a escassez de combustível de aviação são mais agudas na Ásia e na Europa do que nos Estados Unidos, observou o diretor financeiro da United, Michael Leskinen. — Não acreditamos que a falta de disponibilidade será um problema nos Estados Unidos. É uma questão de preço — disse Leskinen. — No entanto, mesmo na Europa e na Ásia, acreditamos atualmente que seja uma questão de preço, não de disponibilidade — acrescentou Leskinen, observando que "falhas pontuais" podem ocorrer na Europa e na Ásia se o conflito continuar.

Go to News Site