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Alto funcionário da Marinha dos EUA deixará cargo 'imediatamente'; militar integra sequência de oficiais que saíram das forças americanas no governo Trump | Collector
Alto funcionário da Marinha dos EUA deixará cargo 'imediatamente'; militar integra sequência de oficiais que saíram das forças americanas no governo Trump
Jornal O Globo

Alto funcionário da Marinha dos EUA deixará cargo 'imediatamente'; militar integra sequência de oficiais que saíram das forças americanas no governo Trump

O secretário da Marinha dos Estados Unidos, John Phelan, deixará o cargo "imediatamente", anunciou o Pentágono nesta quarta-feira, sem explicar a repentina saída. No início do mês, o Pentágono já havia anunciado a saída do chefe do Estado-Maior do Exército, Randy George, indicado ao posto pelo presidente Joe Biden, após um pedido feito pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, em meio à guerra contra o Irã, bem como de outros dois oficiais de alta patente. Coleção de recuos: Extensão de cessar-fogo revela posição frágil de Trump em negociação com Irã 'Fúria Econômica': Forças dos EUA abordam petroleiro ligado ao Irã no Oceano Índico; veja vídeo Phelan "está deixando o governo, com efeito imediato", disse o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, em um comunicado divulgado na internet, acrescentando que ele será substituído interinamente pelo subsecretário Hung Cao. Assim como no caso de Phelan, a decisão sobre a saída de George não foi justificada por Hegseth, que em pouco mais de um ano no cargo tenta remodelar a imagem das Forças Armadas, eliminando um número considerável de oficiais de alta patente no processo. À rede CBS News, que revelou a ordem de Hegseth horas antes da confirmação, uma fonte do Departamento de Defesa disse, ao se referir ao general, que “agradecemos o seu serviço, mas era hora de uma mudança na liderança do Exército”. Oficiais das Forças Armadas ainda declararam à CBS que a decisão de afastar o militar está ligada à visão que o governo do presidente Donald Trump quer introduzir nas Forças Armadas. Hegseth afirmou repetidamente que Trump escolhe os oficiais que deseja. Os democratas, no entanto, veem isso como uma politização das Forças Armadas, uma instituição geralmente neutra em questões políticas. O chefe do Pentágono ordenou, no ano passado, uma redução de pelo menos 20% no número de generais e almirantes de quatro estrelas em serviço. Em 2025, Hegseth declarou que os militares americanos precisam desenvolver um “ethos guerreiro”, focado no preparo físico, na mentalidade de combate permanente e na abolição da “cultura woke”. O secretário, um veterano do Iraque famoso por suas opiniões na Fox News, recentemente disse que suas tropas não deveriam respeitar "regras de engajamento estúpidas" ou travar "guerras politicamente corretas". Initial plugin text Além da doutrina de combate, Hegseth eliminou políticas de diversidade e inclusão, na linha do que defende Trump, e afastou oficiais de alta patente de postos de comando. A lista de cortes foi aberta com a demissão do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Charles Brown Jr., no começo do ano passado, e ampliada com a saída de militares na Marinha, Aeronáutica e Guarda Costeira. No ano passado, o chefe do Comando Sul, Alvin Halsey, deixou o posto menos de um ano depois de assumir, durante os controversos bombardeios contra barcos acusados de ligação com o narcotráfico no Caribe e no Oceano Pacífico. (Com AFP)

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