g1
PCDF prende um homem e desarticula esquema de fraude em pagamentos via PIX A Divisão de Análise de Crimes Virtuais da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (DCV/CORF) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23), a operação "Essência Criminosa", com o objetivo de desarticular um esquema de fraude eletrônica que manipulava o sistema de validação de pagamentos via PIX em plataforma de comércio digital. De acordo com as investigações, em poucos dias, o grupo criminoso realizou dezenas de pedidos fraudulentos, movimentando cerca de R$ 750 mil em mercadorias, sem o devido pagamento. O modus operandi consistia em simular dados falsos relativos ao status das transações, fazendo com que o sistema validasse pagamentos inexistentes e, consequentemente, liberasse produtos de forma indevida. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Elementos colhidos pela polícia mostrar que o grupo tinha uma atuação estruturada e coordenada, com divisão clara de funções entre os envolvidos. Enquanto parte do grupo executava a fraude digital, outros atuavam como intermediários financeiros e receptadores das mercadorias, utilizando diferentes cadastros e endereços para dificultar a identificação e o rastreamento das operações. Durante a investigação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em três endereços situados em Ceilândia, Taguatinga e Vicente Pires, com o objetivo de apreender dispositivos eletrônicos, documentos e mídias digitais, esclarecer a dinâmica do crime e identificar outros participantes do grupo criminoso. Aparelhos apreendidos em operação da Polícia Civil do DF, nesta quinta-feira (23) PCDF/Divulgação Durante o cumprimento da operação, um dos investigados foi preso em flagrante por manter em depósito, para fins de comercialização, o medicamento conhecido como "Cytotec", substância de uso restrito e sujeita a controle especial. A comercialização desse tipo de medicamento é limitada a estabelecimentos hospitalares devidamente cadastrados e credenciados perante a autoridade sanitária, nos termos da Portaria SVS nº 344/1998. Com isso, além dos crimes relacionados à investigação principal, o homem também responderá pelo crime de ter em depósito, para fins de venda, produto destinado a fins medicinais de procedência ignorada. A pena para esta infração pode alcançar até 15 anos de reclusão. Nesta quinta-feira, foram apreendidos aparelhos celulares, tablet e notebooks, que serão submetidos à perícia técnica para extração e análise de dados. LEIA TAMBÉM: CEILÂNDIA: Homem é preso após atirar contra motoristas de aplicativo, no DF CONFESSOU CRIME: Suspeita de tentar envenenar e matar marido dentro de hospital é presa no DF Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
Go to News Site