Folha de S.Paulo
Na casa de Maria Clara Cândido, em Cabaceiras (PB), os retalhos de couro que sobravam da confecção de sandálias de seu pai tinham dois destinos: o fogo ou o lixão. A mudança veio quando a adolescente, hoje com 16 anos, participou de um projeto de educação financeira na escola e percebeu que aquele material poderia ganhar um novo propósito, enfeitando seus braços -e os de muita gente. "Queria comprar uma pulseira, mas, ao pesquisar preços, me deparei com opções de plástico na faixa dos R$ 25 e pensei: 'Vou pagar isso por algo que não vai durar nem uma semana?'. Aí olhei para as tirinhas de couro do ateliê do meu pai e decidi fazer minha própria", conta. Leia mais (04/23/2026 - 12h54)
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