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Prisão de Bolsonaro: ‘Cinco meses de dor’, lamenta Carlos | Collector
Prisão de Bolsonaro: ‘Cinco meses de dor’, lamenta Carlos
Revista Oeste

Prisão de Bolsonaro: ‘Cinco meses de dor’, lamenta Carlos

Ex-vereador carioca e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL) usou a rede social X para comentar a situação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro . Em postagem nesta quinta-feira, 23, o ex-parlamentar classificou a detenção como “ilegal”. "Cinco meses de dor, indignação e revolta diante de mais uma decisão cruel, absurda e a revelia da lei", escreveu Carlos. "O maior líder político do Brasil, escolhido pelo voto e pelo amor do povo, segue privado de sua liberdade de forma covarde e injustificável." O ex-parlamentar ainda criticou o que considera uma disparidade no tratamento dado pelo sistema de Justiça . De acordo com ele, enquanto “criminosos perigosos caminham livres pelas ruas”, Bolsonaro permaneceria detido de forma “injustificável”. Carlos afirmou que acredita na reversão da situação e que “a verdade jamais será acorrentada”. Além disso, destacou que confia na “justiça de Deus”. Também ressaltou ter fé de que mudanças ocorrerão em breve, com a possível libertação do ex-presidente. https://twitter.com/CarlosBolsonaro/status/2047288232753185029 Situação de Bolsonaro A mando do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) , o ex-presidente foi preso em 22 de novembro do ano passado — ou seja, há cinco meses, conforme Carlos lembrou. Inicialmente, a prisão se deu de forma preventiva, uma vez que o magistrado entendeu que Bolsonaro teria tentado violar a tornozeleira eletrônica para supostamente fugir. O ex-chefe de Estado cumpria prisão domiciliar desde 4 de agosto de 2025. A preventiva se transformou em cumprimento de pena depois de a 1ª Turma do STF condenar o ex-presidente a 27 anos e 3 meses de prisão no processo da suposta trama golpista. O julgamento acabou em 11 de setembro , mas a Corte certificou o trânsito em julgado em 25 de novembro . Num primeiro momento, Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. Ele permaneceu no local até 15 de janeiro, quando Moraes determinou a transferência para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, parte do Complexo Penitenciário da Papuda popularmente chamada de Papudinha. O ex-presidente lidou com adversidades durante o tempo em que ficou detido na Superintendência da PF. Passou o Natal e o Réveillon internado, encarando cirurgias de hérnias inguinais e bloqueio do nervo fênico (para diminuir crises de soluço). Em 6 de janeiro, sofreu "traumatismo leve" na cabeça, ao passar mal e desmaiar. Já na Papudinha, Bolsonaro precisou encarar uma nova internação. Em decorrência de pneumonia, ele chegou a ficar na unidade de terapia intensiva do Hospital DF Star. Deixou a unidade hospitalar em 27 de março. Desde então, cumpre, em sua residência em Brasília, prisão domiciliar humanitária . Moraes concedeu esse direito por 90 dias. Nesta semana, advogados pediram ao ministro do STF a autorização para realização de cirurgia no ombro direito do ex-presidente. Moraes solicitou parecer da Procuradoria-Geral da República. O post Prisão de Bolsonaro: ‘Cinco meses de dor’, lamenta Carlos apareceu primeiro em Revista Oeste .

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