Jornal O Globo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (23) que espera se reunir com os líderes de Israel e do Líbano nas próximas duas semanas e expressou sua esperança de alcançar um acordo de paz duradouro ainda este ano. Fluxo de navegação: Retirada de minas de Ormuz pode levar até 6 meses, e Trump anuncia ordem para destruir ‘qualquer embarcação’ que lance explosivos Veja também: Casa Branca acusa empresas chinesas de copiarem tecnologia de IA dos Estados Unidos "Acho que há uma chance muito boa de alcançarmos a paz. Acho que deveria ser algo simples", disse ele a repórteres durante um encontro com os embaixadores do Líbano e de Israel para anunciar a prorrogação do cessar-fogo entre os dois países por mais três semanas. Os ataques de Israel ao Líbano se intensificaram no dia 8 de abril, logo após o outro acordo de cessar-fogo, anunciado entre Estados Unidos e Irã. Neste dia, o exército israelense lançou 160 mísseis em apenas dez minutos no território libanês. A ofensiva ameaçou até o acordo firmado no dia anterior, fazendo com que Trump pedisse que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, parasse com os ataques ao Líbano, afirmando que o líder estaria "proibido" de bombardear o país. No último domingo, o exército de Israel também divulgou um mapa em que mostra o Sul do país vizinho como área controlada por eles. Pontes e vilarejos foram destruídos nesta região, gerando uma onda de refugiados. A capital Beirute, que fica ao norte, também foi alvo de ataques israelenses. Mesmo antes do recrudescimento da ofensiva, o presidente do Líbano, Joseph Aoun, mostrou interesse em negociar com Netanyahu, temendo que acontecesse no Sul do país o mesmo que houve na Faixa de Gaza nos anos anteriores. Do outro lado, Israel vem divulgando nomes do grupo Hezbollah que teriam sido mortos nos ataques, reconhecendo também que civis morreram com os bombardeios.
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