Folha de S.Paulo
O nome dela é Eva, Eva do Amaral Coelho. Do nada, raio em céu claro, emergiu da obscuridade à celebridade. Revoltada com a limitação dos "penduricalhos" a juízes, a desembargadora do Pará, cujo contracheque limpo de março ultrapassou R$ 90 mil, ergueu um grito de guerra: "Daqui a pouco a gente vai estar no rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão". A hipérbole extrema provocou uma catarse nacional de indignação moral que, da atmosfera contaminada das redes sociais, saltou aos veículos da imprensa profissional. Leia mais (04/24/2026 - 15h18)
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