Observador
"Quando olho para os meus filhos e penso no Estreito de Ormuz, em Gaza, na Ucrânia, não sinto fatalismo, sinto responsabilidade. A mesma responsabilidade que estes homens e mulheres sentiram há 52 anos numa madrugada de Abril, e que os fez escolher o cravo em vez da espingarda"
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