Folha de S.Paulo
Em 1983, repórter da Folha, fui a Guarujá entrevistar Jânio Quadros . Durante quase três horas de conversa, ele tomou uma garrafa do uísque Cutty Sark, a caubói. Eu, modestamente, dei conta de uma garrafinha gelada da vodca Wiborowa. Depois, Jânio convidou-nos a mim, ao fotógrafo e ao motorista da Folha para almoçar ("Eloá faz questão!"). O rango foi com cerveja e, após a sobremesa, Jânio serviu licores. Como tinha de voltar para o jornal e escrever a matéria, moderei nesses bebericos. Mas Jânio mandou cada gole para dentro e, ao fim da jornada etílica, continuava não apenas sóbrio como, com sua cômica voz de frango, colocando as ênclises, próclises e mesóclises com perfeição. Leia mais (04/25/2026 - 08h00)
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