Jornal Económico
Alfredo Maia afirmou que, no dia da Revolução, o “país não era apenas pobre, atrasado económica, social e culturalmente, tolhido pela censura, pelo analfabetismo, pela malnutrição e mortalidade infantil”, mas estava também “submetido à repressão brutal que nenhum democrata esquecerá, sujeito a uma ditadura fascista que alguns evocam saudosamente”.
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