Jornal Económico
Bad Bunny não teve de ‘americanizar-se’ nem de cantar em inglês para o público se render. Em Porto Rico, onde nasceu e cresceu, e onde tem o seu refúgio. Nos Estados Unidos e no mundo inteiro. A indústria leu bem o que faz vibrar multidões e deu-lhe os minutos do Olimpo, leia-se o intervalo do Super Bowl. Imparável, Bad Bunny esgota concertos em todo o lado. Os dois previstos para maio, em Lisboa, também.
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