Folha de S.Paulo
Durante anos, o declínio do cérebro foi encarado como consequência inevitável da passagem do tempo. Ele não ocorre de forma abrupta, mas avança gradualmente, associado a processos inflamatórios que afetam regiões-chave como o hipocampo e acabam corroendo a memória, o aprendizado e a capacidade de adaptação. Leia mais (04/25/2026 - 16h00)
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