Jornal O Globo
"Dou graças a Deus por Ele ter levado meus filhos. Aqui é melhor não ter nascido". O desabafo em tom de desespero de Priscilla, uma das milhares de mulheres que trabalham em minas na República Democrática do Congo (RDC), resume o estado de degradação em uma das mais cruciais indústrias do planeta: a do cobalto. Cerca de 75% da produção global vêm do país africano, destinada a itens de alto valor agregado, como telefones celulares, drones e veículos elétricos. Mas um livro revela o lado cru da extração do mineral, no qual trabalhadores não são tratados como humanos, e onde o lucro bilionário convive com migalhas oferecidas em troca de um trabalho árduo e perigoso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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