Jornal O Globo
A Força Municipal, divisão de elite da Guarda Municipal carioca, começa a atuar na Tijuca neste domingo (26). A atuação abrange o perímetro entre a Rua São Francisco Xavier e a Praça Afonso Pena, principalmente em horários e locais com grande incidência de roubos e furtos. O modelo de atuação é baseado na análise de manchas criminais. E os objetivos na região foram apresentados na véspera do início da operação em um encontro com o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, e o secretário de Segurança Urbana, Brenno Carnevale. Participaram da reunião empresários, comerciantes e síndicos da Tijuca. Saiba como funcionará o Rio Rotativo digital, que vai aposentar os talões de estacionamento Fim de semana deve ser de calor e mar caribenho no Rio; veja a previsão — Metade dos crimes de roubos e furtos se concentram em 5% do território da cidade. A gente listou segmentos de rua, de esquina, às vezes um ponto de ônibus específico, onde se concentra metade desses crimes e montamos um mapa com as ruas onde tem o maior concentração desses crimes na Tijuca. Então a lógica do policiamento que será feito aqui é orientada cem por cento à hora e ao lugar exato onde acontece o problema. O que a gente espera é que esse tipo de crime reduza muito a partir de estratégia e planejamento — afirmou o prefeito. Desde o início das atividades da Divisão de Elite da GM-Rio - Força Municipal, em 15 de março, a ocupação da cidade é feita de forma faseada. Na primeira etapa, os agentes atuaram na região central, no perímetro que abrange a Rodoviária do Rio, o Terminal Gentileza e a Estação Leopoldina, além do entorno do Jardim de Alah, na Zona Sul. Em seguida, o policiamento foi ampliado para a área que compreende a Avenida Presidente Vargas, o Campo de Santana, a Central do Brasil e a Cinelândia, além de chegar à Zona Oeste, em Campo Grande, na região entre o calçadão e a estação de trem do bairro. Neste domingo, a atuação chega à Zona Norte, em uma nova etapa de expansão do policiamento preventivo e ostensivo na cidade. Mais de 800 abordagens no primeiro mês No último dia 14, a Secretaria de Segurança Urbana divulgou o balanço das atividades da Divisão de Elite na cidade. Em um mês, foram 807 abordagens feitas, resultando em 116 ocorrências. Entre os quatro eixos ocupados, a Presidente Vargas-Central-Campo de Santana-Cinelândia é o que exige tuação mais constante dos guardas municipais. As ocorrências envolvem desde flagrantes de roubo e furto ao uso de réplicas de armas de fogo e ameaças. Ao todo, 22 manchas criminais já foram identificadas no Rio de Janeiro e devem receber os agentes em novas fases da Força Municipal.
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