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Os endereços do crime em São Paulo: confira as ruas recordistas de roubos de celular | Collector
Os endereços do crime em São Paulo: confira as ruas recordistas de roubos de celular
Jornal O Globo

Os endereços do crime em São Paulo: confira as ruas recordistas de roubos de celular

A cidade de São Paulo registrou 50.692 roubos de celulares em 2025. Apesar do número ainda elevado, o índice representa uma queda de 32,45% em relação a 2023, quando o município contabilizou 75.041 ocorrências. Entre os locais com maior concentração desse tipo de crime, três vias aparecem no topo do ranking: Avenida do Estado, Avenida Cruzeiro do Sul e Rua Augusta. Os dados são da ferramenta interativa Mapa do Crime, exclusiva do GLOBO, que mostra as marcas dos celulares, carros, motos e demais objetos levados pelos criminosos nos roubos da capital paulista. CLIQUE AQUI E VEJA NO MAPA DO CRIME A SITUAÇÃO DOS ROUBOS NA SUA RUA A Avenida do Estado, importante ligação entre o Centro da capital e o Grande ABC, lidera a lista, com 314 casos registrados. Em seguida está a Avenida Cruzeiro do Sul, eixo entre a região central e a Zona Norte, com 224 ocorrências. Na terceira posição aparece a Rua Augusta, responsável pela ligação entre o Centro e o Jardins, com 215 ocorrências. O levantamento também mostra que, no recorte por delegacias, a 47ª Delegacia de Polícia, localizada no Capão Redondo, concentra o maior volume de boletins de ocorrência relacionados ao crime: foram 2.330 casos ao longo do ano passado. O que é o Mapa do Crime de São Paulo? O Mapa do Crime de São Paulo foi produzido a partir de microdados de 330 mil boletins de ocorrência disponibilizados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) do estado. Ao contrário do Rio, São Paulo torna públicas as coordenadas e os nomes das ruas das ocorrências. O levantamento cobre roubos ocorridos entre 2023 e 2025. Diferentemente do governo paulista, O GLOBO usou a data do fato — e não a do registro na polícia. Assim, um roubo ocorrido em 31 de dezembro e registrado no dia seguinte é contabilizado no ano correto. Erros de grafia e inconsistências nos dados foram corrigidos com auxílio de inteligência artificial. Disponível no site do jornal, com acesso pelo computador, celular ou tablet, a ferramenta permite navegar por uma compilação inédita de dados de roubos na capital, com filtros sobre tipos, marcas e cores dos bens subtraídos. Para usá-la, busque o endereço da sua casa, do trabalho ou de qualquer outro ponto da cidade e escolha um dos quatro tipos de crime disponíveis: roubo de celular, de carro, de moto e de rua — esse último inclui carteiras, colares, alianças e relógios levados de pedestres. Cada ponto no mapa corresponde a uma ocorrência e, ao ser clicado, mostra detalhes do crime e dados sobre a rua: total de casos em 2025, série histórica dos últimos três anos, bens mais roubados ali e um mapa de calor com horários e dias de maior incidência. Também é possível refinar as buscas por tipo, marca e cor do bem roubado — para descobrir, por exemplo, quantos HB20 brancos foram roubados em determinada via — ou navegar por um ranking de ruas. *Estagiária sob supervisão de Rafael Soares

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