Folha de S.Paulo
Escrevo este texto olhando para uma relíquia familiar. Todos os anos, nesta data, pego nela. É uma agenda de 1974, onde a minha mãe apontava, a letra miudinha, os seus compromissos e os desenvolvimentos do namoro com o meu pai. No dia 25 de Abril, as palavras manuscritas agigantam-se a vermelho: "Dia da Revolução, Grande Dia de Portugal ". Cumpria-se um sonho. Com 19 anos, a minha mãe percebia bem o quão importante era para ela e para o país aquele golpe militar que punha fim a quase 50 anos de ditadura , a mais longa da Europa , ao qual a população aderiu com cravos na mão e ardor pela liberdade. Leia mais (04/26/2026 - 12h12)
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