Folha de S.Paulo
"Se não fosse esse vacilo de ficar roubando pedestre, tava todo mundo de boa porque já tinham até dado esse espaço pra gente", afirma Cauã Oliveira (nome fictício), 36, enquanto queima a minúscula pedra amarelada em um invólucro de palha de aço, aspirando a fumaça com um delicado tubo de metal. Leia mais (04/26/2026 - 23h00)
Go to News Site