Expansão
A visita papal e o seu apelo, num momento simbólico para Angola, devem ser encarados como um alerta. Num contexto de possível folga fiscal, a prioridade não pode ser apenas o aumento da despesa de curto prazo com fins eleitoralistas. Pelo contrário, este deve ser também um momento para acelerar reformas estruturais e investir em sectores capazes de gerar emprego de forma sustentável. Caso contrário, dificilmente Angola conseguirá transformar o seu maior activo, a juventude, numa verdadeira força motriz do desenvolvimento económico
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