Jornal O Globo
Um caso misterioso no interior da Inglaterra foi encerrado sem solução. Em 2024, um pedreiro que trabalhava em uma casa na cidade de Bishop Auckland, no condado de Durham, encontrou os restos mortais de um bebê sob o assoalho de uma casa em que trabalhava. Ele tinha um barbante amarrado no pescoço e estava envolto em um jornal de 1910, ano em que a investigação acredita que ele viveu. Nesta segunda (27), seus restos mortais foram finalmente sepultados no cemitério da cidade, segundo o jornal britânico The Guardian. Suspeita é de envenenamento: Ex-jogador de futebol é encontrado morto dentro de carro no Equador Veja também: Jovem relata ter sido dopada em estação de 'BRT colombiano' e moradores temem nova modalidade de roubos Pela falta de identificação, ele ficou conhecido como Bebê de Auckland. O detetive-chefe, Mel Sutherland, que conduziu as investigações prestou homenagens ao bebê, que deve ter vivido apenas 40 semanas, segundo a autópsia. “É um dia emocionante. Foi um processo bastante longo. Foi uma cerimônia realmente linda. Estarmos juntos hoje nos permitiu reconhecer adequadamente a vida deste menino e garantir que ele fosse sepultado com a dignidade e o respeito que merecia. Esperamos que ele agora descanse em paz", disse Sutherland ao The Guardian, que completou. Assoalho onde restos mortais do bebê foi encontrado Divulgação/Polícia de Durham Ele explicou ainda que a investigação contou com um antropólogo forense, que escavou o assoalho, para conseguir o máximo de restos mortais possível. Segundo ele, apenas um pequeno osso do dedinho do pé não foi achado. A autópsia também não conseguiu confirmar a causa da morte. Os ossos estavam enrolados em um exemplar de 10 de junho de 1910 do The Umpire, um popular jornal dominical da época. Para ele, todas as linhas de investigação foram esgotadas. Durante o processo, houve até pessoas que surgiram para dizer que teriam algum parentesco ou ligação com o bebê. Mas após exames de DNA, nenhuma correspondências de genes foi encontrada.
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