Revista Oeste
O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) , ex-governador de Minas Gerais, afirmou que pretende privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil caso vença a eleição deste ano. Ele divulgou a proposta em vídeo publicado no Instagram, neste domingo, 26. Zema também defendeu a redução de salários elevados, cargos comissionados e o número de ministérios em Brasília. No mesmo conteúdo, criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva . Segundo o pré-candidato, o governo federal gasta mais do que arrecada, o que leva à contratação de empréstimos para fechar as contas. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Romeu Zema (@romeuzemaoficial) Proposta de Zema inclui corte de gastos e privatizações O pré-candidato do Novo à Presidência da República afirmou que pretende reduzir a dívida pública com medidas de contenção de despesas. “A dívida de Lula aumenta com a gastança", observou. "Vou diminuir com poupança.” Ele justificou a privatização da Petrobras e do Banco do Brasil como forma de gerar recursos e diminuir o endividamento, além de combater a corrupção. Nos últimos dias, Zema ampliou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) . No último sábado, 25, publicou um vídeo satírico inspirado na série “Os Intocáveis”. A produção utiliza bonecos animados por inteligência artificial para ironizar o ministro Gilmar Mendes. Segundo Romeu Zema, a privatização irá ajudar a gerar recursos e diminuir o endividamento, além de combater a corrupção pela raíz | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil O embate entre Zema e Gilmar ganhou força na segunda-feira 20. Na ocasião, o decano do STF encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes uma notícia-crime que pede investigação do pré-candidato no âmbito do Inquérito das Fake News, com base em publicação anterior da mesma série. Moraes enviou o pedido à Procuradoria-Geral da República para análise. Desde então, Zema intensificou as críticas ao Supremo. + Leia mais notícias de Política em Oeste O post Zema propõe privatizar Petrobras e Banco do Brasil em plano eleitoral apareceu primeiro em Revista Oeste .
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