Jornal O Globo
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) voltou atrás nesta segunda-feira após afirmar em plenário que "torce" pela reeleição da colega Leila Barros (PDT-DF), quem definiu como "exemplo de mulher parlamentar no Brasil". A declaração, no entanto, foi criticada por bolsonaristas, uma vez que o PL indica que terá a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis como postulantes à Casa Legislativa. PL rebate vídeo do PT que associa Flávio Bolsonaro ao caso Master: 'Não há qualquer investigação que envolva o senador' Entenda: Aliados do governo articulam troca de nomes na CCJ do Senado para favorecer aprovação de Messias ao STF Barros confirmou a pré-candidata à reeleição para o Senado Federal neste mês. Durante o plenário, Damares havia afirmado que esperava que Leila estivesse “ao lado” dela no próximo ano. Em postagem nas redes sociais, senadora bolsonarista classificou o episódio como um "mal-entendido": "Minhas pré-candidatas ao Senado pelo DF são Michelle Bolsonaro e Bia Kicis. Estamos juntas, por Brasília e pelo Brasil", escreveu Damares. No Distrito Federal, Michelle passou a sustentar uma chapa ao Senado com seu nome e o de Bia Kicis e a defender a candidatura da vice-governadora Celina Leão (PP) ao Buriti. O desenho é visto por aliados como mais conectado à base bolsonarista e ao eleitorado evangélico, mas enfrenta resistência de dirigentes que veem risco de contaminação eleitoral pelo desgaste do governo Ibaneis. — A Michelle se manifestou publicamente já várias vezes, desde o meu pré-lançamento no dia 11 de novembro, como pelas redes sociais dela várias vezes. Vamos ter agendas em breve, depois da internação do ex-presidente — afirmou Bia Kicis.
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