Revista Oeste
Com a proximidade das eleições presidenciais na Colômbia, a candidata de direita Paloma Valencia revelou, na segunda-feira 28, que autoridades a alertaram sobre um suposto plano para assassiná-la, atribuído a dissidentes das Farc envolvidos em recentes ataques fatais a civis no país. + Leia mais notícias de Mundo em Oeste O alerta foi transmitido à candidata pelo ministro da Defesa, pelo ministro do Interior e pelo diretor da polícia nacional, que informaram que um grupo narcoterrorista teria colocado novamente valor por sua cabeça, conforme declarou Paloma Valencia, que aparece em 3º lugar nas pesquisas. Detalhes do suposto plano e contexto de violência https://www.youtube.com/watch?v=q1c6VA3KfX0 Segundo Valencia, um membro dissidente do Estado-Maior Central das Farc teria recebido cerca de R$ 561 mil (R$ 2,8 milhões) para executar o crime. O cenário de violência se agravou depois da ofensiva rebelde mais intensa das últimas três décadas, incluindo atentados no sudoeste do país que resultaram em 21 mortos entre sexta-feira, 24, e domingo, 26. Valencia, que se apresenta como sucessora política de Álvaro Uribe (2002-2010), se soma a outros dois candidatos líderes nas pesquisas que também relataram ameaças de morte. Ela critica duramente o governo de Gustavo Petro, e acusa-o de negligência diante do avanço dos grupos armados. Leia também: “Punição excessiva e impagável" , artigo de Rachel Díaz na Edição 315 da Revista Oeste Críticas ao governo e impasse nas negociações de paz Oposição e líderes políticos atribuem o fortalecimento dessas organizações ao fracasso das negociações de paz promovidas pelo governo. "A Colômbia não pode continuar com um governo que se tornou cúmplice do narcoterrorismo e que implementou essa 'paz total' que tem sido excelente para os criminosos e muito custosa para os colombianos", afirmou Valencia. O post Colômbia: dissidentes das Farc planejam assassinato de candidata presidencial apareceu primeiro em Revista Oeste .
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