Jornal Económico
O alumínio, um dos metais mais estratégicos para a economia global, está novamente no centro das tensões dos mercados. Impulsionado por custos energéticos elevados, constrangimentos na oferta — agravados pela instabilidade no Médio Oriente — e uma procura robusta ligada à transição energética, o mercado entrou em défice e empurra os preços para níveis próximos de máximos históricos de 4.000 dólares a tonelada. A 27 de abril cotava a 3.600 dólares.
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