Jornal de Brasília
O grupo de WhatsApp do Cosme Velho explodiu na terça à noite com vídeos da festa de lançamento do GloboPop. A coluna estava terminando o jantar e teve que largar a taça para processar o que estava vendo: a Globo, a mesma que por décadas encarou o celular como inimigo da audiência, resolveu entrar de cabeça no universo do vídeo curto vertical e fazer uma festa de lançamento com direito a flash tattoos, cabine de fotos 3D e flash mob. Rodolfo Bastos, diretor de Produtos Publishing da emissora, resumiu o espírito da coisa: o GloboPop é um espaço de encontros, descobertas e múltiplas vozes. Traduzindo do corporativês: a Globo quer o seu tempo de rolagem no celular. O app saiu do forno em 2 de abril, foi inaugurado oficialmente em 13, e a festa de SP veio coroar o movimento. O GloboPop entrega novelas verticais, bastidores de gravação, realities, esportes, microhumor e notícia, tudo curado pela equipe da emissora e de graça para quem tem Conta Globo. Patricia Fontes, head de produtos digitais de entretenimento, fez questão de deixar claro que a plataforma não é uma rede social, é uma curadoria editorial. A Globo quer se diferenciar do TikTok pelo argumento da confiança e da qualidade, que é um posicionamento inteligente num momento em que o país ainda digere a saída do TikTok do radar e o Kwai segue brigando por atenção. GloboPop estreia com festa em SP e ex-BBBs na fila de embaixadores | Globo O GloboPop entrega novelas verticais, bastidores de gravação, realities, esportes, microhumor e notícia, tudo curado pela equipe da emissora e de graça para quem tem Conta Globo. Patricia Fontes, head de produtos digitais de entretenimento, fez questão de deixar claro que a plataforma não é uma rede social, é uma curadoria editorial | Globo A Globo quer se diferenciar do TikTok pelo argumento da confiança e da qualidade, que é um posicionamento inteligente num momento em que o país ainda digere a saída do TikTok do radar e o Kwai segue brigando por atenção | Globo A festa reuniu uma lista que resume perfeitamente onde a Globo está apostando suas fichas: Bia e Branca Feres, Giovanna Pitel, Isabela Lacerda, Pedro Pedríssimo e mais uma dezena de creators da nova geração ao lado de ex-BBBs como Alberto Cowboy, Gabriela Saporito, Jordana Morais e Maxiane Rodrigues | Globo A festa reuniu uma lista que resume perfeitamente onde a Globo está apostando suas fichas: Bia e Branca Feres, Giovanna Pitel, Isabela Lacerda, Pedro Pedríssimo e mais uma dezena de creators da nova geração ao lado de ex-BBBs como Alberto Cowboy, Gabriela Saporito, Jordana Morais e Maxiane Rodrigues. Tati Machado virou embaixadora e celebrou com o entusiasmo de quem sabe que a Globo com dinheiro atrás de um projeto muda o jogo. Tet Trem, o Matheus Machado, entrou no embalo com aquele discurso de quem cresceu sonhando com esses espaços e agora ocupa um. A Globo foi generosa nas citações oficiais e os creators retribuíram com a lealdade de quem ganhou um contrato novo. O bastidor mais interessante é que a Globo começou a testar esse caminho ainda em junho de 2025, produzindo microdramas de Garota do Momento para as redes. A repercussão boa acelerou o plano: novelas verticais foram gravadas, pilotos aprovados, e o GloboPop chegou em 2026 como a embalagem definitiva para tudo isso. A emissora entendeu que o conteúdo já existia, o que faltava era uma casa própria para ele no mobile. A questão que o mercado vai responder nos próximos meses é se o público troca o feed sem fim do TikTok por uma curadoria de uma empresa, por mais respeitada que seja. A Globo tem os direitos, tem os rostos e tem a verba para comprar creators. O que ela ainda precisa provar é que tem o algoritmo certo para segurar o dedo parado na tela.
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