Collector
Messias se esquiva de pergunta relacionada ao Master | Collector
Messias se esquiva de pergunta relacionada ao Master
Revista Oeste

Messias se esquiva de pergunta relacionada ao Master

O advogado-geral da União, Jorge Messias , disse, nesta quarta-feira, 29, que o caso do Banco Master não é de competência da Advocacia-Geral da União (AGU) , mas, sim, do Banco Central, da Polícia Federal (PF) e do Supremo Tribunal Federal (STF). A afirmação ocorreu depois de o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) questionar o AGU sobre um contrato de cerca de R$ 130 milhões de uma assessoria vinculada ao banco fundado pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Como resposta, o indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao STF reforçou que o órgão que ele comanda não participou em nada do escândalo ou da investigação do caso Master. "Senador, a AGU não teve nenhuma participação no caso do Banco Master", respondeu Messias. "Não é da nossa competência, não participamos. Este é um assunto que afeta o Banco Central e, agora, a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal, e também a Procuradoria-Geral da República.” Augusto Lima e Daniel Vorcaro | Foto: Divulgação/Master Messias critica durabilidade do Inquérito das Fake News. Durante a sabatina no Senado , Jorge Messias afirmou, ao comentar o andamento do Inquérito das Fake News, que “ninguém pode ser investigado a vida toda”. O Inquérito 4.781, citado por Messias, investiga a suposta disseminação de notícias falsas, ameaças e ofensas contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus familiares. O ministro Alexandre de Moraes é o relator do caso. "Não posso desconhecer o princípio da duração razoável do processo", disse Messias. "Ninguém pode ser investigado a vida toda. Não é só no Inquérito das Fake News, é em qualquer inquérito. Um inquérito penal tem de ter começo, meio e fim e prazo razoável." + Entenda o que é Política em Oeste Segundo o indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o processo penal "não é ato de vingança. O processo penal é ato de justiça". O inquérito está aberto há sete anos e voltou ao debate recentemente, depois de o ministro Gilmar Mendes pedir a Moraes a inclusão do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) no caso. O pedido ocorreu depois da divulgação de um vídeo nas redes sociais de Zema, em que integrantes do STF, como o próprio Mendes e Dias Toffoli, aparecem representados como fantoches. O post Messias se esquiva de pergunta relacionada ao Master apareceu primeiro em Revista Oeste .

Go to News Site