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Messias tem 16 votos a favor e 11 contra na CCJ e iguala Gilmar como indicado com maior resistência ao STF; compare o placar | Collector
Messias tem 16 votos a favor e 11 contra na CCJ e iguala Gilmar como indicado com maior resistência ao STF; compare o placar
Jornal O Globo

Messias tem 16 votos a favor e 11 contra na CCJ e iguala Gilmar como indicado com maior resistência ao STF; compare o placar

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) por 16 votos a favor e 11 contra. O resultado coloca o novo ministro como o indicado que enfrentou mais resistência no colegiado ao lado de Gilmar Mendes, aprovado em 2002, no governo de Fernando Henrique Cardoso. O desempenho na comissão é visto como o primeiro termômetro político das indicações ao STF e, nos últimos anos, os placares têm variado entre aprovações mais amplas e votações apertadas. Agora, seu nome será avalisado pelo plenário da Casa. Entre os atuais ministros da Corte, Flávio Dino foi o que teve maior oposição na CCJ. Indicado por Luiz Inácio Lula da Silva, ele foi aprovado em 2023 por 17 votos a 10. Antes dele, o placar mais apertado era o de André Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro (PL), que teve 18 votos favoráveis e 9 contrários. Em contraste, outras indicações recentes tiveram margens mais confortáveis. Cristiano Zanin foi aprovado por 21 votos a 5, enquanto Kassio Nunes Marques obteve 22 a 5. Entre os casos de maior apoio estão Luiz Fux e Cármen Lúcia, que tiveram aprovação unânime na comissão. Luís Roberto Barroso também registrou um dos placares mais folgados, com 26 votos a favor e apenas um contra. Após a aprovação na CCJ, o nome de Messias segue para o plenário do Senado, onde precisa de ao menos 41 votos para ser confirmado. Compare os placares na CCJ: Jorge Messias (2026) — 16 a 11 Flávio Dino (2023) — 17 a 10 Cristiano Zanin (2023) — 21 a 5 André Mendonça (2021) — 18 a 9 Kassio Nunes Marques (2020) — 22 a 5 Alexandre de Moraes (2017) — 19 a 7 Edson Fachin (2015) — 20 a 7 Luís Roberto Barroso (2013) — 26 a 1 Rosa Weber (2011) — 19 a 3 Luiz Fux (2011) — 23 a 0 Cármen Lúcia (2006) — 23 a 0 Gilmar Mendes (2002) — 16 a 6

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