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Roubos de aliança mais do que dobraram em São Paulo em três anos; rua no Morumbi lidera ranking de casos
Jornal O Globo

Roubos de aliança mais do que dobraram em São Paulo em três anos; rua no Morumbi lidera ranking de casos

Os roubos de aliança mais do que dobraram em São Paulo em três anos, saltando de 1.377 casos em 2023 para 3.163 em 2025, de acordo com dados da ferramenta interativa Mapa do Crime, do GLOBO. No ano passado, a Avenida Giovanni Gronchi, no Morumbi, liderou o ranking das vias com mais registros, com 60 ocorrências. CLIQUE AQUI E VEJA NO MAPA DO CRIME A SITUAÇÃO DOS ROUBOS NA SUA RUA Na sequência, aparecem entre os endereços com mais casos a Estrada de Itapecerica, com 55 registros e a Avenida Professor Francisco Morato, com 42. Vai para o show da Shakira? Confira a situação dos roubos nas ruas do Rio de Janeiro Entre as delegacias com maior aumento, o destaque foi a 92ª DP Parque Santo Antônio, que passou de 37 para 163 casos entre 2024 e 2025. Em seguida aparecem a 34ª DP Morumbi–Vila Sônia, que foi de 101 para 254 registros, a 75ª DP Jardim Arpoador, de 51 para 116, a 23ª DP Perdizes, de 55 para 104, e a 27ª DP Campo Belo, de 70 para 122. Qual é a diferença entre roubo a pedestre e roubo de celular? Embora o roubo a pedestre e o de celular possam ocorrer simultaneamente, as autoridades os registram de forma distinta. O roubo a pedestre, também conhecido como roubo a transeunte, abrange a subtração de qualquer pertence pessoal — como bolsas, joias ou carteiras — mediante violência ou ameaça em vias públicas. Em contrapartida, o roubo de celular foca especificamente no dispositivo, que se tornou um alvo prioritário devido ao seu alto valor de revenda e potencial de exploração digital. Essa separação estatística reflete a complexidade do crime, já que o telefone alimenta uma engrenagem ilícita que vai desde transferências bancárias fraudulentas após o desbloqueio até o mercado clandestino de peças e a revenda ilegal de aparelhos roubados. O que é o Mapa do Crime de São Paulo? O Mapa do Crime de São Paulo foi produzido a partir de microdados de 330 mil boletins de ocorrência disponibilizados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) do estado. Ao contrário do Rio, São Paulo torna públicas as coordenadas e os nomes das ruas das ocorrências. O levantamento cobre roubos ocorridos entre 2023 e 2025. Diferentemente do governo paulista, O GLOBO usou a data do fato — e não a do registro na polícia. Assim, um roubo ocorrido em 31 de dezembro e registrado no dia seguinte é contabilizado no ano correto. Erros de grafia e inconsistências nos dados foram corrigidos com auxílio de inteligência artificial. Disponível no site do jornal, com acesso pelo computador, celular ou tablet, a ferramenta permite navegar por uma compilação inédita de dados de roubos na capital, com filtros sobre tipos, marcas e cores dos bens subtraídos. Para usá-la, busque o endereço da sua casa, do trabalho ou de qualquer outro ponto da cidade e escolha um dos quatro tipos de crime disponíveis: roubo de celular, de carro, de moto e de rua — esse último inclui carteiras, colares, alianças e relógios levados de pedestres. Cada ponto no mapa corresponde a uma ocorrência e, ao ser clicado, mostra detalhes do crime e dados sobre a rua: total de casos em 2025, série histórica dos últimos três anos, bens mais roubados ali e um mapa de calor com horários e dias de maior incidência. Também é possível refinar as buscas por tipo, marca e cor do bem roubado — para descobrir, por exemplo, quantos HB20 brancos foram roubados em determinada via — ou navegar por um ranking de ruas. *Estagiária sob supervisão de Rafael Soares

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