Folha de S.Paulo
"Betrayal" não é uma peça sobre o que se diz, mas sobre como sobrevivemos ao que calamos. Sob a direção sensível e implacável de Lavínia Pannunzio , o palco deixa de ser cenário para se tornar laboratório do afeto. Ali, a famosa estrutura inversa de Harold Pinter nos transforma em cúmplices: assistimos ao fim para, só então, buscar as pistas do começo. Leia mais (04/30/2026 - 11h00)
Go to News Site