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Banco Central limita às instituições autorizadas serviços de pagamento e transferência internacional
Jornal O Globo

Banco Central limita às instituições autorizadas serviços de pagamento e transferência internacional

O Banco Central informou nesta quinta-feira a aprovação de uma nova regulamentação que limita às instituições autorizadas pelo órgão a oferta de serviços de pagamento ou transferência internacional em operações de câmbio, o chamado eFX. Mercado de trabalho: desemprego sobe para 6,1%, mas é a menor taxa já registrada em um mês de março O céu é o limite: IA leva big techs a ampliarem investimentos em 92% este ano, para US$ 725 bi De acordo com o BC, o objetivo é aprimorar a segurança, a transparência e o maior alinhamento do Brasil aos padrões globais de prevenção a ilícitos financeiros. A medida entra em vigor em 1º de outubro. O serviço eFX é usado para diversos objetivos, tais como pagar compras no exterior, contratar serviços internacionais e fazer transferências internacionais de recursos. Socorro: governadora do DF se reúne com Galípolo e diz que está se encaminhando ‘solução técnica’ para o BRB A nova norma estabelece que o serviço eFX será restrito a instituições autorizadas a funcionar pelo BC. As instituições que ainda não possuam essa autorização poderão continuar prestando o serviço eFX, desde que peçam ao BC a autorização para funcionamento até maio de 2027. Uber avança em serviços: aplicativo terá opção de reserva de hotéis e aluguel por temporada Para fortalecer a supervisão e a proteção aos usuários do serviço, as instituições deverão prestar informações detalhadas mensalmente ao BC e utilizar contas segregadas, destinadas exclusivamente ao trânsito de recursos de clientes de eFX, informou o Banco Central. Confira datas: prazo para declarar Imposto de Renda 2026 termina no próximo mês A norma também amplia o serviço eFX ao permitir transferências relacionadas a investimentos no mercado financeiro e de capitais, no Brasil ou no exterior, até o valor equivalente a US$ 10 mil.

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