Expansão
Angola não carece apenas de medidas de relançamento; carece de uma visão holística de transformação produtiva. O Estado deve intervir, sim, mas deve intervir melhor: com diagnóstico, coordenação, monitoria e foco nos factores estruturantes da competitividade. Sem esta abordagem, as políticas públicas continuarão a consumir esforço político, recursos financeiros e capital institucional, sem produ zir os impactos esperados sobre a produtividade, o emprego, a di versificação e o bem-estar das famílias angolanas .
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