Folha de S.Paulo
"O Grande Arco de Paris" é uma tripla surpresa. Um, seu título não se refere ao Arco do Triunfo cansado de guerra. Dois, trata de arquitetura, o que é raríssimo no cinema. Três, toma partido da Dinamarca e espicaça a França -sua burocracia mumificada, a coabitação de primeiros-ministros e presidentes antagônicos, as regras esfíngicas de construção. Leia mais (05/01/2026 - 15h27)
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