Collector
Confusões e pouca gente marcaram os atos da direita na Paulista no 1/5 | Collector
Confusões e pouca gente marcaram os atos da direita na Paulista no 1/5
Jornal O Globo

Confusões e pouca gente marcaram os atos da direita na Paulista no 1/5

Esvaziadas e marcadas por confusões, as manifestações convocadas por grupos de direita na Avenida Paulista nesta sexta-feira, 1º de maio, reuniram menos de uma centena de pessoas e terminaram antes do previsto. Sem nenhuma liderança do primeiro escalão conservador no trio elétrico, o grupo “Patriotas do QG” tentava animar os presentes em torno da bandeira “Flávio presidente, Bolsonaro livre e Supremo é o povo”. Foi o grupo que, ainda em 2024, comunicou a Prefeitura e a Polícia Militar o desejo de reservar a principal avenida da capital paulista no Dia do Trabalho deste ano para realizar um ato, das 11h às 17h, com meia hora de intervalo para almoço. O ok dado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) frustrou movimentos de esquerda que tradicionalmente ocupam o local na data no Dia do Trabalho. Por volta das 13h, pedestres começaram a criticar os manifestantes, com gritos de “sem anistia”, palavrões e provocações. Érica Borges, de 19 anos, discutiu com integrantes do grupo. Outra mulher, que preferiu não se identificar aos jornalistas, foi empurrada por manifestantes. Ela caiu no chão e machucou a orelha. A vítima afirmou que iria registrar boletim de ocorrência. Mulher foi empurrada e precisou ser retirada pela Policia após se envolver em confusão com manifestantes de direita AFP No trio elétrico dos organizadores havia bonecos do ex-presidente Bolsonaro e um “Tio Sam”, personagem que simboliza os Estados Unidos, desta vez, no entanto, vestido com um terno que misturava as bandeiras americana e brasileira.

Go to News Site