Folha de S.Paulo
São 3h47 da manhã. Não é um horário, é uma sentença. Com a precisão de um cronômetro suíço, meu corpo me expulsa do sono sem direito a recurso. Acordo encharcada, em um cenário de guerra térmica: o ar-condicionado marca 18°C, meu marido com a cabeça coberta pelo edredom e eu quase pelada na cama -por dentro sou uma fundição de ferro em plena atividade. A menopausa bate ponto sem dó. Leia mais (05/01/2026 - 19h17)
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