Folha de S.Paulo
A frase ecoa como um desafio: envelhecer como sábio ou como senil? A escolha é sua. De imediato, me vem uma gargalhada cínica, dessas que a vida ensina. Escolha? Ora, se tudo fosse tão simples assim, não haveria idosos amargos em mansões nem velhinhas radiantes em casas simples. A questão, no fundo, não é um ato isolado, mas uma construção diária, um canteiro de obras onde cada gesto é uma pequena morte ou uma pequena ressurreição. Leia mais (05/02/2026 - 10h00)
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