Folha de S.Paulo
A jardineira vazia, do lado de lá da janela, encarou este novo inquilino como uma esfinge: "germina-me ou te devoro". Tinha uns três metros, acompanhando a janela da sala, quarenta centímetros de largura e o mesmo de "fundura", como se diz em bom português. Era como uma raia olímpica num clube para gnomos, uns 15 anos depois de os gnomos abandonarem o clube. Faltavam pastilhas, sobravam cocôs de pombas, um volume no canto poderia ser tanto os restos mortais de um camundongo quanto um encarte amassado do Mappin ou da Mesbla , submetido aos carinhos do tempo desde 1987. Leia mais (05/02/2026 - 14h00)
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