Jornal O Globo
Deputado federal pelo Partido Democrata, Joe Morelle é o principal quadro da oposição em uma função no Capitólio que, em uma democracia prestes a celebrar 250 anos, deveria seguir pautada por saudável previsibilidade burocrática. Não mais. Responsável por arbitrar, pela minoria, disputas que, em seis meses, vão definir o comando do Legislativo dos EUA, o político de Nova York tem se dedicado a elaborar intrincadas estratégias legais a partir de consultas a juristas, procuradores e até chefes de seções eleitorais país afora. À Economist, listou 150 possíveis manobras da Casa Branca para interferir no processo eleitoral. Entre elas, batidas de oficiais da Imigração em bairros com eleitores latinos em 3 de novembro para reduzir o efeito do voto já batizado de anti-ICE (Agência de Imigração e Alfândega), anulação de cédulas sufragadas via serviço postal e apreensão de urnas que os fiscais republicanos, hoje majoritariamente militantes trumpistas, considerarem suspeitas. Sua preocupação foi sintetizada pela revista britânica em uma pergunta: “E se Donald Trump tentar roubar as eleições?” Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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