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Os melhores momentos do show de Shakira em Copacabana: participações especiais e desabafo sobre polêmicas | Collector
Os melhores momentos do show de Shakira em Copacabana: participações especiais e desabafo sobre polêmicas
Jornal O Globo

Os melhores momentos do show de Shakira em Copacabana: participações especiais e desabafo sobre polêmicas

Shakira soltou a voz em Copacabana — e não foi só para entoar hits da própria carreira. Em apresentação neste sábado (2) que contou com participações especiais de artistas brasileiros a quem a colombiana admira — entre os quais Anitta e Maria Bethânia —, a popstar rasgou o verbo ao citar episódios recentes e conturbados envolvendo uma traição e celebrar o fato de "as mulheres já não chorarem, mas faturarem", como diz o título de sua atual turnê. A seguir, confira os melhores momentos da performance da "loba", como ela é a chamada pelos fãs. Quem atrasou mais no Todo Mundo no Rio: Madonna, Lady Gaga ou Shakira? Veja o horário de início de cada show Polêmica: 'Geleia dedo-duro' e faturamento de R$ 162 milhões — tudo sobre a separação polêmica de Shakira e Gerard Piqué Arrojo visual Shakira em Copacabana: público com pulseiras de LED colore plateia Reprodução/Globoplay Não foi só a música que impressionou. O show apostou num forte aparato visual, com direito a pulseiras de LED distribuídas ao público, criando um efeito sincronizado de luz pela praia, e um telão de 680 metros que ampliava cada detalhe da performance. No centro disso tudo, Shakira dominou o palco com carisma e intensa movimentação, ocupando cada espaço com naturalidade. Caetano Veloso e Maria Bethânia Shakira e Caetano Veloso cantam 'Leãozinho' em show em Copacabana Reprodução/Globoplay Em momentos distintos, os irmãos baianos Caetano Veloso e Maria Bethânia chamaram a atenção. Enquanto Caetano apostou na delicadeza bucólica de "Leãozinho" —que, segundo Shakira, é a música que ela canta para colocar o filho para dormir todas as noites —, Bethânia surgiu para virar a chave: com "O que é, o que é", de Gonzaguinha, levantou a multidão num verdadeiro samba coletivo. Desabafo sobre polêmicas Sem citar nomes, Shakira fez um discurso que rapidamente foi associado ao fim de seu relacionamento com Gerard Piqué. Em tom firme, a cantora falou sobre superação e independência, reforçando a mensagem de sua turnê. O público respondeu com gritos e aplausos. Show de Shakira em Copacabana Alexandre Cassiano / Agência O Globo "Minha vida não tem sido fácil ultimamente nos últimos anos, mas das quedas ninguém se salva. Mas nós, mulheres, cada vez que caímos nos levantamos um pouco mais sábias, um pouco mais fortes e um pouco mais resilientes. As mulheres já não choram. Por isso, esse show vai ser dedicado a todas nós. As mulheres sozinhas são mais vulneráveis, mas juntas somos invencíveis", comentou a cantora, diante da multidão na capital fluminense. Anitta e Ivete Sangalo Shakira recebe Anitta em show em Copacabana Reprodução/Globoplay Representando diferentes gerações e estilos do pop brasileiro, Anitta e Ivete Sangalo entraram em sequência e transformaram o show num grande bloco festivo. A primeira apostou em batidas mais contemporâneas com a novíssima "Choka choka" — parceria recém-lançada com Shakira —, enquanto a segunda trouxe sua já conhecida potência de puxar multidões, como se estivesse num trio elétrico, com a classiquíssima "País tropical", de Jorge Ben Jor. Potência vocal e desfile de hits Shakira usa figurino feito por estilista brasileiro em show em Copacabana Reprodução/Globoplay Mais do que os efeitos ou participações, foi na própria voz que Shakira ancorou a apresentação, costurando um setlist que passeou por diferentes fases da carreira sem perder o fôlego: da abertura dançante com "La fuerte" e "Girl like me" aos acenos ao passado em "Estoy aquí" e "Las de la intuición", passando pelo rock de "Empire", "Inevitable" e "Don’t bother" e pelo reggaeton encenado de "Te felicito". Initial plugin text Houve respiro na delicada "Acróstico", mas logo o público voltou ao auge do frenesi com a sequência de hits "Copa vacía", "La bicicleta", "La tortura" e, claro, "Hips don’t lie", seguida por "Chantaje", "Loca" e "Soltera". Na reta final, o combo "Suerte (whenever, wherever)" e "Waka waka (esto es África)" preparou o terreno para o bis com "She wolf" e "BZRP music sessions #53", fechando um repertório que, entre nostalgia e atualidade, manteve Copacabana em constante ebulição. Carisma e conexão com o público Para além da performance, Shakira fez questão de construir uma relação muito próxima com o público. Tanto é que, ao fim do show, praticamente se jogou nos braços do povo, ao circular num corredor no meio da plateia. Falando em português, distribuindo "eu te amo, Brasil" e lembrando de sua primeira vinda ao país ainda jovem, a cantora se mostrou genuinamente emocionada com a dimensão de Copacabana. Entre uma música e outra, exaltou os fãs, agradeceu a recepção calorosa e reforçou o quanto aquele encontro tinha significado pessoal.

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