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Desenrola 2.0 amplia limites, carência e prazos para micro e pequenas empresas | Collector
Desenrola 2.0 amplia limites, carência e prazos para micro e pequenas empresas
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Desenrola 2.0 amplia limites, carência e prazos para micro e pequenas empresas

Lançamento do novo Desenrola Brasil O governo propôs nesta segunda-feira (4), por meio do "Novo Desenrola" — também chamado de "Desenrola 2.0"— programa de renegociação de dívidas, novas regras para linhas de crédito específicas para micro e pequenas empresas, que contam com juros subsidiados. ➡️Houve ampliação dos limites, prazos e da carência. Para as microempresas que faturam até R$ 360 mil por ano, o Procred, linha que pode ser buscada nos bancos, terá essas mudanças: A carência irá de máximos 12 para 24 meses. É mais fôlego ao microempreendedor que precisou de crédito; O prazo máximo da operação subirá de 72 para 96 meses, diluindo o peso do pagamento da dívida no caixa do microempreendedor; A tolerância no atraso para concessão de novos créditos subirá de 14 dias para 90 dias; Aumento do valor total do crédito de 30% do faturamento (com teto de R$ 150 mil) para 50% (com novo teto em R$ 180 mil); Para empresas lideradas por mulheres, o limite sobe de 50% do faturamento para 60% (com novo teto em R$ 180 mil). Já para as micro e pequenas empresas com faturamento anual até R$ 4,8 milhões por ano, o Pronampe, linha que pode ser buscada nos bancos, terá essas mudanças: A carência sairá de até 12 meses para até 24 meses, dando fôlego ao quem precisou de crédito; O prazo máximo da operação subirá de 72 para 96 meses, diluindo o peso do pagamento da dívida no caixa da empresa; A tolerância no atraso para concessão de novos créditos subirá de 14 dias para 90 dias; Aumento do valor total do crédito de R$ 250 mil para R$ 500 mil. Lula assina medida provisória do Desenrola 2.0. Ricardo Stuckert/ Presidência da República Linhas gerais da nova fase O Desenrola 2.0 é um programa do governo federal criado para facilitar a renegociação de dívidas de famílias, estudantes e pequenos empreendedores, com foco na recuperação financeira e no estímulo à retomada do crédito. A nova fase amplia o alcance do programa anterior e passa a incluir mecanismos como perdão de dívidas de pequeno valor, uso de parte do FGTS para quitar débitos, descontos expressivos em contratos do Fies, além de novas condições para micro e pequenas empresas, como prazos maiores e carência ampliada. O programa também prevê o uso de recursos considerados “dinheiro esquecido” para ajudar a bancar a renegociação, mantendo uma parcela reservada para eventuais pedidos de resgate. Entre as mudanças estruturais, o governo anunciou ainda o fim do cartão de crédito consignado para segurados do INSS, medida que busca reduzir o endividamento de aposentados e pensionistas. Segundo o governo, a iniciativa tem como objetivo reduzir a inadimplência, aliviar o orçamento de famílias endividadas e permitir que consumidores e empresas voltem a acessar o mercado de crédito em condições mais sustentáveis.

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