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Suspeito de matar ex-namorada no Paraguai é preso no Maranhão e confessa crime | Collector
Suspeito de matar ex-namorada no Paraguai é preso no Maranhão e confessa crime
Jornal O Globo

Suspeito de matar ex-namorada no Paraguai é preso no Maranhão e confessa crime

Suspeito de matar a ex-namorada, a estudante de Medicina Julia Vitória Sobierai Cardoso, Vitor Rangel Aguiar, de 27 anos, foi preso ontem pela Polícia Civil do Maranhão após se apresentar às autoridades. Ele era considerado foragido desde 24 de abril, quando ocorreu a morte da jovem em Ciudad del Este, no Paraguai,onde ambos estudavam Medicina. Ao depor nesta segunda-feira, ele admitiu o crime. Brasil: Adulto que participou de estupro coletivo em SP confessa crime e cita 'zoeira' em depoimento à polícia ECA Digital: governo aumenta classificação indicativa do YouTube para maiores de 16 anos Após o assassinato de Julia Cardoso, Vitor Aguiar deixou o Paraguai em fuga e se tornou alvo de um mandado de prisão pela Interpol. A Polícia Civil do Maranhão abriu um inquérito para apurar o caso no Brasil e solicitou a prisão dele também na Justiça brasileira. Segundo a Rede Mirante, após se entregar, Vitor Aguiar passou por audiência de custódia e foi enviado ao o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Segundo a Rede Mirante, durante o depoimento no Brasil, Vitor Rangel admitiu que monitorava as redes sociais da ex-namorada sem o conhecimento dela. Ele também disse ter as chaves do apartamento da jovem sem que ela soubesse. O brasileiro também confessou não aceitar o fim do relacionamento que durou seis meses: — Ele disse que estava com ciúmes, que estava desconfiando de que a vítima já estivesse em outro relacionamento e, alega alguns lapsos de memória, não sabendo esclarecer todo passo a passo do crime. Mas, no final ele confessa —, disse Wanda Moura, chefe do Departamento de Feminicídio no Maranhão. Julia foi encontrada morta no apartamento onde morava, no edifício El Galo, na avenida Capitán del Puerto, no bairro Obrero. A jovem havia se mudado recentemente para o Paraguai para estudar na Universidad de la Integración de Las Américas. A perícia constatou que a jovem sofreu 67 golpes de arma branca. Segundo Osvaldo Zaracho, promotor responsável pelo caso, 60 ferimentos foram provocados por uma tesoura de cutícula e outros sete por uma faca. Entre os golpes de faca, dois atingiram o pescoço da vítima. Os dois objetos foram encontrados na cena do crime. De acordo com Zaracho, havia "pegadas de calçados e de pés descalços, rastros em vidros e móveis, além de manchas de sangue."

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