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OMS: surto de hantavírus em cruzeiro 'não é o começo de uma pandemia'
Jornal O Globo

OMS: surto de hantavírus em cruzeiro 'não é o começo de uma pandemia'

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou, nesta quinta-feira, que o surto de hantavírus em um cruzeiro, que já deixou três mortos, não representa nem “o começo de uma epidemia” nem o de “uma pandemia”. — Não é o começo de uma pandemia, mas é a ocasião ideal para lembrar que os investimentos em pesquisa de agentes patogênicos como este são essenciais, pois os tratamentos, os testes de detecção e as vacinas salvam vidas — declarou à imprensa, em Genebra, Maria Van Kerkhove, diretora do departamento da OMS para Prevenção e a Preparação frente a Epidemias e Pandemias. Mais cedo, o diretor de Operações de Alerta e Resposta a Emergências Sanitárias da organização, Abdi Rahman Mahamud, disse esperar que o surto seja “limitado”, desde que os país atuem para isso: — Acreditamos que este será um surto limitado se forem implementadas medidas de saúde pública e houver solidariedade entre os países. Também nesta quinta-feira, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, relatou que, ao todo, cinco casos de hantavírus foram confirmados até agora entre os oito suspeitos, mas advertiu ser “possível” que existam mais infecções: — Atualmente, foram reportados oito casos, incluindo três mortes. Cinco desses oito casos foram confirmados como causados pelo hantavírus, e os outros três são suspeitos. Tendo em vista o período de incubação do vírus Andes (cepa do hantavírus no surto), que pode chegar a até seis semanas, é possível que mais casos sejam reportados.

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