Folha de S.Paulo
Na virada do último ano, em São Vicente, na Baixada Santista , o policial aposentado Elio de Souza Moraes demorou a abrir a porta de seu apartamento para a mulher, Terezinha, que tocava o interfone e batia insistentemente. Quando finalmente atendeu, explicou com naturalidade que poderia ser um bandido e, por isso, preferiu não abrir. A história, que virou motivo de risos na família, sintetiza uma característica que o acompanhou por toda a vida. Leia mais (05/07/2026 - 19h28)
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