Folha de S.Paulo
O rap brasileiro surgiu nos anos 1980 sustentado por narrativas masculinas sobre crime, violência policial, ostentação e sobrevivência nas periferias. Nesse universo, as mulheres apareciam quase sempre em papéis secundários -muitas vezes sexualizadas ou reduzidas à condição de coadjuvantes em histórias contadas por homens. Ao longo das décadas, porém, elas deslocaram o centro desse discurso ao incorporar temas como machismo, relacionamentos abusivos, sexualidade e autoestima. Leia mais (05/07/2026 - 23h00)
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