Revista Oeste
Na era do streaming, uma das formas de se medir o sucesso de um filme é saber há quanto tempo ele está sendo alugado. A Empregada está nesse regime desde 2 de março, e não há sinal de que vá fazer parte da seleção de acesso incluída na assinatura. Este é um filme com os elementos certos para fazer sucesso. Sua receita inclui ingredientes de Atração Fatal , Uma Linda Mulher , Cinderela e outros clássicos narrativos. Baseada no best-seller de Freida McFadden, virou um sucesso daqueles que já anunciam uma continuação na última cena. A empregada do título é Millie, interpretada por Sydney Sweeney, o símbolo sexual do momento. Por estar em liberdade condicional, Millie arruma emprego na mansão dos Winchester. Nina (Amanda Seyfried), a dona de casa, revela-se uma doida de pedra. O marido, Andrew (Brandon Sklenar, de 1923 ), é um mulherengo irresistível com obsessão por detalhes. E a filha Cece mostra desde a primeira cena que é uma menina sinistra como a Wandinha da família Addams. A situação vai ficando insustentável até que a história tem uma grande virada na altura dos 60 minutos — e passa a contar a história de Nina e por que ela virou uma psicótica com uma coleção de remédios tarja preta no armário. Contar mais do que isso é spoiler. Mas, uma vez iniciado, é difícil largar. O filme tem suspense, luxo, um toque de terror. Sydney Sweeney, que não precisa provar que tem talento, delicia os espectadores masculinos em cenas ousadas. Mas a verdadeira estrela é Amanda Seyfried, com sua condição psiquiátrica fora de controle e a revelação de sua humanidade. Com esses ingredientes, não será surpresa se, daqui a alguns anos, existir um título como “A Empregada 5 — A Faxina Sangrenta” no catálogo da Amazon. https://youtu.be/Nsm0qczuTZk?si=L19zWmsawl8pA6uC O post ‘A Empregada’ é uma tentação apareceu primeiro em Revista Oeste .
Go to News Site