Folha de S.Paulo
O quadrinista Marcello Quintanilha não guarda nenhuma memória positiva relacionada ao futebol . O esporte era um tabu durante sua juventude. Ele nunca teve reuniões familiares em torno de uma partida e não foi incentivado a torcer para este ou aquele time. O término precoce da carreira de seu pai, Hélcio Carneiro Quintanilha, jogador da equipe niteroiense Canto do Rio Foot-Ball Club, após uma lesão no fim dos anos 1950, resultou em amargura e ressentimento para ele e todos ao seu redor. Quintanilha nunca viu glamour no futebol, mas enxerga no esporte "um agente capaz de metaforizar quase todos os aspectos da vida". Seu álbum mais recente, "Eldorado", é a peça de um quebra-cabeça pessoal em quadrinhos sobre a formação do Brasil do presente por meio do microcosmo de sua família e das desventuras futebolísticas de seu pai. Leia mais (05/09/2026 - 04h00)
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