Folha de S.Paulo
A beleza da atuação de Edwin Luisi em "Eu Sou Minha Própria Mulher" reside em uma economia de gestos que beira a sofisticação absoluta. Ele não precisa de trocas de figurino mirabolantes para convencer o espectador de que o mundo inteiro cabe dentro de seu figurino preto; basta o ajuste milimétrico de um colar de pérolas ou a mudança súbita no brilho do olhar para que uma nova alma ocupe o tablado. É um trabalho de ourivesaria, onde a técnica não serve para exibir o ego do ator, mas para desaparecer em favor das inúmeras vozes que ele convoca. Leia mais (05/09/2026 - 11h00)
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