Folha de S.Paulo
A ação é rotineira e dura só alguns segundos: a pancada assustadora na janela; o vidro estilhaçado; o indivíduo que rapidamente invade o veículo, toma o celular e desaparece pelas ruas. Resta à vítima, quando escapa ilesa, um misto de choque, impotência e perplexidade. Leia mais (05/09/2026 - 22h00)
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