Folha de S.Paulo
Elas chegam depois da ruptura. Entram na vida de crianças afastadas da família por abandono, violência, dependência química dos pais, prisão ou feminicídio e passam a ocupar o cotidiano mais íntimo da infância: acordam cedo para preparar café, acompanham o boletim da escola, passam noites em hospitais e ajudam a reconstruir rotina e afeto. Leia mais (05/09/2026 - 23h00)
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